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Homenagem aos Avós

26 de julho

Perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu:
- Eu gostaria de ser avó!
Ao ser interrogada sobre o porquê dessa idéia, ela completou:
- Porque os avós escutam, compreendem. E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa deles.
E a menina continuo:
- Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos.
- Ela gosta dos filhos dos outros.
- Um avô leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos.
- Os avós não tem muitas preocupações, por isso pode ficar mais tempo com a gente.
- Como eles são velhinhos, não consegue rolar pelo chão ou correr. Mas não faz mal.
- Eles nos levam ao shopping e nos deixam olhar vitrines até cansar.
- Na casa deles  tem sempre um vidro  com balas e uma lata cheia de suspiros.
- Eles contam histórias de nosso pai ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias da bíblia, histórias de uns livros bem velhos com umas figuras lindas.
- Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.
- Avós nunca dizem “depressa, já pra cama” ou “se não fizer logo vai ficar de castigo”
- Quase todos usam óculos e u já vi uns tirando os dentes e as gengivas.
- Quando  gente faz uma pergunta, os avós não dizem: “menino, não vê que estou ocupado?” Eles param, pensam respondem de um jeito que a gente entende.
- Os avós sabem um bocado de coisas.
- Eles não falam com a gente como se fôssemos bobos.
- Nem se refere a nós com expressões tipo ”que gracinha!”, como fazem as visitas.
- O colo dos avós é quente e fofinho, bom de a gente sentar quando está triste.
- Todo mundo deveria ter um avô ou uma avó, porque eles sempre têm tempo para nós.




Oração do idoso


Bem-aventurados aqueles que compreendem os meus passos vacilantes e as minhas mãos trêmulas.

Bem-aventurados os que levam em conta que meus ouvidos captam as palavras com dificuldades, por isso procuram falar-me mais alto e pausadamente.

Bem-aventurados os que percebem que meus olhos já estão nublados e as minhas reações são lentas.

Bem-aventurados os que desviam o olhar, simulando não ter visto o café que, por vezes, derramo sobre a mesa.

Bem-aventurados os que sorriem e conversam comigo.

Bem-aventurados os que nunca me dizem: "Você já me contou isso tantas vezes!"

Bem-aventurados os que me ajudam, com carinho, a atravessar a rua.

Bem-aventurados os que me fazem sentir que sou amado e não estou abandonado, tratando-me com respeito.

Bem-aventurados os que compreendem quanto me custa encontrar forças para aguentar minha cruz.

Bem-aventurados os que me amenizam os últimos anos sobre a Terra.

Bem-aventurados todos aqueles que me dedicam afeto e carinho fazendo-me, assim, pensar em Deus.

Quando entrar na Eternidade, lembrar-me-ei deles, junto ao Senhor! Amém!

(Autor desconhecido)

Por: Pascom | Fonte: Pastoral da Pessoa Idosa | Fotos: Arquivo

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